Concorrentes ou parceiros na mistura?
Quem pergunta “fibra de coco ou vermiculita” em geral quer saber qual comprar. Os ensaios brasileiros respondem de outro jeito: quase sempre usam os dois juntos. A vermiculita entrou meio a meio com pó de coco em manjericão[2], com 40 L em 100 L de mistura de fibra de coco compostada e bokashi em pimentão orgânico[3] e com 8 L em 20 L em pepino orgânico[4].
- Pó de coco. Base leve e porosa: no pó fino Carve, densidade de ~90 a 95 kg/m³, porosidade total acima de 94% e retenção de ~500 ml/L[5].
- Vermiculita. Mineral expandido de 90 a 150 kg/m³, de reação neutra e estéril, que contém magnésio e potássio[1].
- O resultado que não favorece o coco. Num resumo de congresso da UFC, mudas de alface sem nenhuma adubação cresceram mais em vermiculita pura do que em fibra de coco pura[6]. O coco tem baixo teor de nutrientes[7]: use adubação de base ou fertirrigação.
Para os outros componentes de substrato, veja pó de coco ou turfa e pó de coco ou casca de pinus.
Origem: mineral de Goiás, casca de coco do Nordeste
A vermiculita é um mineral tirado de mina. O concentrado passa rápido por uma zona quente de cerca de 900 °C, em fornos verticais, e expande[8]. Uma tonelada de concentrado rende 7 m³ de vermiculita superfina, 8 m³ de fina ou 10 m³ de média[8]. A maior parte vem de Goiás.
| Dado | Valor | Ano |
|---|---|---|
| Vermiculita beneficiada no Brasil | 57 mil t[9] | 2017 |
| Produção por estado | Goiás 90,7%, Paraíba 4,9%, Pernambuco 4,4%[9] | 2017 |
| Reservas | Goiás com mais de 70%; o restante na Paraíba, Bahia, Piauí e Pernambuco[9] | 2017 |
| Consumo aparente | 25.000 t, principalmente agricultura e construção civil[9] | 2017 |
| Produção de mina do Brasil | 53 mil t[10] | 2024 |
| Produção de mina do Brasil | cerca de 50 mil t, 11% do mundo (estimativa)[10] | 2025 |
Dados por estado: Sumário Mineral Brasileiro 2018 da ANM, com ano-base 2017[9]. Volumes de 2024 e 2025: USGS[10].
O pó de coco vem do mesocarpo da casca do coco seco. A Carve processa a casca em Paraipaba, no Ceará. As propriedades do coco mudam com a origem e o processo: numa revisão da Embrapa com 13 origens, o pH foi de 4,90 a 6,14 e a CTC de 31,7 a 95,4 meq/100 g[11]. Por isso vale comprar com laudo por lote.

Diferença entre vermiculita e fibra de coco: propriedades
| Propriedade | Vermiculita expandida | Pó ou fibra de coco (literatura) | Pó fino Carve |
|---|---|---|---|
| Densidade | 90 a 150 kg/m³[1] | 0,11 g/cm³, fibra de coco verde[7] | ~90 a 95 kg/m³[5] |
| Porosidade total | Sem dado brasileiro para o material puro nas fontes consultadas | 0,91, fibra de coco verde[7]; 58,67%, fibra de 0,25 a 2 mm[12] | Acima de 94%[5] |
| Água | Absorve até 5 vezes o próprio peso[9] | Retenção média de 35% em substrato[13] | ~500 ml/L[5] |
| pH | Reação neutra[1] | 4,90 a 6,14 entre 13 origens[11]; 5,0 a 6,8[13] | Medido em cada lote e informado no laudo |
| Nutrientes | Contém Mg e K[1] | Baixo teor; pede adubação[7] | Adubar conforme a cultura |
| Decomposição | Mineral, não se decompõe[9] | Orgânico; relação C/N de 74,1 na fibra de coco verde[7] | Orgânico |
| Graus | Nº1 5-8 mm; Nº2 2-3 mm; Nº3 1-2 mm; Nº4 0,75-1 mm[1] | Varia por fornecedor | Malha ~4,13 mm[5] |
| Salinidade | Não avaliada nas fontes consultadas | Varia muito entre origens[11] | CE (1:5): Natural 0,8 a 1,5; Lavado < 0,7; Tamponado < 0,5 mS/cm[5] |
Valores de literatura, com métodos e amostras diferentes; não são medidas da mesma amostra.
- Água em peso e em volume. A vermiculita é descrita pelo peso de água que absorve; o pó Carve, por litros de água por litro de substrato. Os dois números não se comparam direto.
- Leveza parecida. As duas faixas de densidade se encostam: 90 a 150 kg/m³ na vermiculita[1] e ~90 a 95 kg/m³ no pó fino Carve[5].
- Vida útil. A vermiculita é mineral e não se decompõe[9]; o coco é orgânico, com relação C/N de 74,1 na fibra de coco verde[7].
CTC e nutrientes: cuidado com o número da vermiculita
Num estudo de laboratório da ESALQ, a vermiculita do Piauí sem aquecimento tinha CTC de 87,8 a 103,4 meq/100 g. Aquecida a 950 °C, a CTC caiu para cerca de 3,0 meq/100 g[14]. A expansão industrial ocorre perto de 900 °C[8]. Por isso esta página não dá uma CTC para a vermiculita expandida vendida em saco: o valor depende do processo, e o certo é pedir a análise do lote.
- Vermiculita junto da CAC. Na Embrapa Florestas, a vermiculita elevou a CTC da casca de arroz carbonizada de 37,6 (CAC pura) para 127,2 mmolc/dm³ (CAC e vermiculita 1:1). No mesmo laboratório, a fibra de coco mediu 257,6 mmolc/dm³[12]. A comparação completa está em pó de coco ou casca de arroz carbonizada.
- pH. A vermiculita tem reação neutra[1]; o substrato de coco fica de 5,0 a 6,8[13]. A mistura de CAC e vermiculita chegou a pH 8,12[12].
- Sal no coco. A salinidade do coco varia muito entre origens[11]. A Carve mede a CE (1:5) de todo lote e vende três versões: Natural, Lavado e Tamponado[5][15]. Veja condutividade elétrica do pó de coco.
- Nutrientes. A vermiculita traz magnésio e potássio[1]; o coco tem baixo teor[7]. Planeje a adubação: veja potássio e Ca/Mg no substrato de coco.
O que dizem os ensaios no Brasil
| Cultura e recipiente | Tratamentos | Resultado | Fonte |
|---|---|---|---|
| Eucalyptus camaldulensis, tubete de 55 cm³ (Embrapa Florestas) | CAC + vermiculita média 1:1; fibra de coco pura; CAC pura | 25,03; 16,53 e 14,18 cm de altura aos 90 dias | [12] |
| Eucalyptus dunnii (Embrapa Florestas) | CAC + vermiculita 1:1; fibra de coco pura | 16,02 e 9,72 cm; só a mistura com vermiculita chegou aos 15 cm de plantio | [16] |
| Alface americana, bandeja de 128 células, sem adubo (resumo de congresso) | Vermiculita pura; fibra de coco pura | Massa seca da parte aérea de 0,8080 e 0,1920 (valores como publicados): a vermiculita ganhou | [6] |
| Coentro, germinação (resumo de congresso) | CAC + fibra de coco 2:1; 1:1; vermiculita | Índice de velocidade de germinação de 6,28; 5,14 e 4,51: as misturas com coco ganharam | [17] |
| Manjericão, bandeja de 128 células | Pó de coco + vermiculita 1:1 | Mistura usada como substrato base do ensaio | [2] |
| Pimentão orgânico, bandeja de 72 células (Embrapa Hortaliças) | 50 L de fibra de coco compostada + 40 L de vermiculita + 10 L de bokashi | Superou o substrato comercial testemunha na maioria das características | [3] |
| Pepino orgânico (Embrapa Hortaliças) | 10 L de mistura com fibra de coco + 8 L de vermiculita fina + 2 L de bokashi | Entre os melhores tratamentos | [4] |
Resumos de congresso têm peso de evidência menor que artigos completos.
- Onde a vermiculita ajudou mais. Em eucalipto, misturada à CAC[12][16], e em alface sem adubo, pura[6].
- Onde o coco ajudou mais. Na germinação do coentro, as misturas de CAC com fibra de coco foram mais rápidas que a vermiculita[17].
- Onde os dois juntos foram melhores. Em mudas orgânicas de pimentão e pepino, as receitas que juntaram coco e vermiculita ficaram entre as melhores[3][4].
- O que falta. Não encontramos ensaio brasileiro que compare coco puro e vermiculita pura em mudas de tomate, café ou eucalipto.
Quando escolher cada um, e as misturas típicas
- Pó de coco como base. Para encher bandejas e tubetes com material leve e poroso. Veja substrato para mudas e pó de coco para hortaliças em bandeja.
- Vermiculita fina na cobertura. Na Embrapa Florestas, as sementes de eucalipto foram cobertas com cerca de 0,5 cm de vermiculita fina[12].
- Vermiculita em teste de germinação. Para ipê-amarelo, fina ou média, umedecida com 1,5 vez a sua massa em água[18].
- Vermiculita como parte do volume. Quando a mistura precisa de um componente mineral, que não se decompõe[9].
| Mistura (volume) | Uso no ensaio | Vermiculita no volume | Fonte |
|---|---|---|---|
| Pó de coco + vermiculita 1:1 | Mudas de manjericão em bandeja | 50% | [2] |
| 50 L de fibra de coco compostada + 40 L de vermiculita + 10 L de bokashi | Mudas de pimentão orgânico | 40% | [3] |
| 10 L de mistura com fibra de coco + 8 L de vermiculita fina + 2 L de bokashi | Mudas de pepino orgânico | 40% | [4] |
| CAC + vermiculita média 1:1 | Mudas de eucalipto em tubete | 50% | [12] |
Participação da vermiculita: cálculo a partir das receitas publicadas.
Para a parte de coco, a versão do pó depende da cultura:
| Uso | Versão recomendada | Por quê |
|---|---|---|
| Hortaliças em bandeja | Lavado | CE < 0,7 mS/cm para mudas jovens em célula pequena |
| Mudas de café | Natural | CE de 0,8 a 1,5 mS/cm, com adubação de base |
| Mudas de eucalipto | Natural | CE de 0,8 a 1,5 mS/cm, com adubação de base |
| Nativas e florestais | Lavado | CE < 0,7 mS/cm |
Faixas de CE e culturas conforme a ficha técnica do Pó Fino de Coco e o guia de tratamentos da Carve[5][15]. A CE de cada lote vai no laudo. A diferença entre os tratamentos está em pó de coco lavado ou natural.

Quem produz mudas de hortaliças perto da capital paulista encontra as condições de entrega em pó de coco no Cinturão Verde de São Paulo. Na Região Metropolitana de Curitiba, o IDR-Paraná relatou a troca de um substrato tipo vermiculita importada por espuma fenólica moída no morango, para reduzir custo[19]. Veja pó de coco em Curitiba e no Paraná.
Como especificar pó de coco e vermiculita
- Vermiculita: grau. Fina ou média, ou pela numeração Nº1 a Nº4[1]. O rendimento por tonelada muda com o grau[8].
- Vermiculita: análise do lote. Peça pH e CTC do produto expandido, não do minério[14].
- Pó de coco: versão. Natural, Lavado ou Tamponado, pela CE (1:5) que a cultura aceita[5].
- Pó de coco: físico. Malha ~4,13 mm, umidade ≤ 18% e densidade ~90 a 95 kg/m³[5].
- Pó de coco: volume. Saco de 100 L com 9 a 9,5 kg; 1 kg rende de 10,5 a 11 L[20].
- Laudo. Cada lote sai com CE, pH, umidade, densidade e granulometria. Veja o que vem no laudo do lote e a ficha do Pó Fino de Coco.
Comprar do Ceará estando no Sul e no Sudeste
O pó de coco é leve: qualquer caminhão enche de volume antes de chegar ao limite de peso, e uma carreta de 140 m³ leva de 12,6 a 13,3 t[20]. Por isso o frete é cobrado por viagem, e o custo por saco depende de quantos sacos cabem no veículo.
| Destino | Distância rodoviária desde Paraipaba-CE |
|---|---|
| São Paulo-SP | ~3.150 km |
| Curitiba-PR | ~3.530 km |
| Caxias do Sul-RS | ~4.040 km |
| Porto Alegre-RS | ~4.260 km |
Distâncias: OSRM sobre OpenStreetMap, 13 out. 2026[22]. O prazo de cada carga vem na cotação.
- Frete de retorno. Muitos caminhões sobem ao Nordeste com carga e voltam vazios ao Sul e ao Sudeste; esse fluxo costuma dar a melhor condição[21].
- Carga cheia. Peça a cotação para o veículo de maior volume útil e divida o frete pelo número de sacos.
- Carga prensada. A compactação de 2:1 a 4:1 leva mais volume por viagem; o formato é definido em contrato[21].
- Entregas programadas. Uma carga por mês, combinada antes da safra, evita faltar substrato no meio do ciclo.
Detalhes em frete e prazo a partir do Ceará e quantos sacos cabem numa carreta.
O pó fino de coco, em resumo
| Parâmetro | Pó Fino de Coco Carve |
|---|---|
| Matéria-prima | Mesocarpo de coco seco maduro (Cocos nucifera L.), processado em Paraipaba, Ceará |
| Granulometria | Classificado em peneira rotativa, malha ~4,13 mm |
| Umidade | ≤ 18% na expedição |
| Densidade aparente | ~90 a 95 kg/m³ solto; valor do lote impresso no saco |
| Retenção de água | ~500 ml/L |
| CE (1:5) | Natural 0,8 a 1,5 · Lavado < 0,7 · Tamponado < 0,5 mS/cm, medida em todo lote |
| Embalagem | Saco de 100 L de ráfia, com QR do lote |
| Laudo do lote | CE, pH, umidade, densidade e granulometria |
Ficha técnica completa em Pó Fino de Coco; leitura do laudo em o que vem no laudo do lote.
Como pedir a cotação
Mande estes quatro dados pelo WhatsApp ou pelo formulário:
- Cultura e recipiente. O que você produz e em quê: tubete, bandeja, sacola, slab, vaso ou canal.
- Volume. Quantos sacos de 100 L ou metros cúbicos por mês ou por safra, e quando a primeira carga precisa chegar.
- Versão. Natural, Lavado ou Tamponado, ou a CE máxima que o seu substrato aceita.
- Entrega. A cidade de destino em qualquer estado e se você retira na planta ou prefere que a Carve cote o frete de retorno.
Preço na fábrica: R$ 49 por saco de 100 L, com frete de retorno sob cotação; quanto maior o volume, menor o preço. Mínimo de 1 t retirado na fábrica (FOB); entrega (CIF) em carga fechada. Amostra técnica disponível conforme o perfil do cliente. Veja como o preço se forma em preço do pó de coco e as condições por volume em pó de coco no atacado.
Perguntas frequentes
Posso misturar pó de coco com vermiculita?
Sim. É a combinação mais testada nos ensaios brasileiros citados: 1:1 em mudas de manjericão e 50 L de fibra de coco compostada com 40 L de vermiculita e 10 L de bokashi em mudas de pimentão orgânico.
Qual é melhor para mudas, pó de coco ou vermiculita?
Depende do papel na mistura. O coco é a base leve e porosa; a vermiculita entra em parte do volume ou cobre as sementes. Em alface sem adubo, a vermiculita pura rendeu mais que o coco puro; nas mudas orgânicas, as misturas dos dois ficaram entre as melhores.
Vermiculita fina ou média para mudas?
Em teste de germinação de ipê-amarelo, fina ou média, umedecida com 1,5 vez a sua massa em água. A fina também cobre sementes, numa camada de cerca de 0,5 cm, como no ensaio de eucalipto da Embrapa Florestas.
Qual retém mais água, fibra de coco ou vermiculita?
A vermiculita absorve até 5 vezes o próprio peso; o pó fino Carve retém cerca de 500 ml por litro. Uma medida é por peso e a outra por volume, então compare pela análise de cada lote.
Qual a CTC da vermiculita expandida?
Não há um número único. Em laboratório, a CTC caiu de 87,8 a 103,4 para cerca de 3,0 meq/100 g após aquecimento a 950 °C, e a expansão industrial ocorre perto de 900 °C. Peça a análise do lote.
De onde vem a vermiculita do Brasil?
Principalmente de Goiás, com 90,7% da produção de 2017, além de Paraíba e Pernambuco. O Brasil produziu cerca de 50 mil t em 2025, segundo estimativa do USGS.
Fontes
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- Blank, A.F. et al. (2014). Bioscience Journal 30 (supl. 1): 39-44, UFS. Dados usados: mudas de manjericão em bandejas de 128 células com substrato base de pó de coco + vermiculita (1:1). seer.ufu.br
- Lüdke, I. et al. (2008). Trabalho em congresso, Embrapa Hortaliças. Dados usados: mudas de pimentão orgânico em bandejas de 72 células; mistura de 50 L de fibra de coco compostada, 40 L de vermiculita e 10 L de bokashi; as misturas de coco e vermiculita superaram o substrato comercial testemunha na maioria das características. alice.cnptia.embrapa.br
- Silva, P.S. et al. (2010). Horticultura Brasileira 28: S2707-S2713, Embrapa Hortaliças. Dados usados: mudas de pepino orgânico; 10 L de mistura com fibra de coco + 8 L de vermiculita fina + 2 L de bokashi entre os melhores tratamentos. alice.cnptia.embrapa.br
- Carve, especificação de produto: Pó Fino de Coco, versões Natural (CE 0,8-1,5 mS/cm, 1:5), Lavado (< 0,7 mS/cm) e Tamponado (< 0,5 mS/cm), CE medida por lote; malha ~4,13 mm; umidade ≤ 18%; densidade aparente ~90-95 kg/m³ solto; retenção ~500 ml/L; porosidade total acima de 94% (valor de literatura Embrapa para pó de coco, indicado na ficha técnica); saco de 100 L com QR do lote; pedido mínimo de 1 t retirado na fábrica (FOB), entrega (CIF) em carga fechada; preço de lista R$ 49 por saco de 100 L. carvebio.com.br/po-fino
- Rodrigues, W. et al. (2011). Cadernos de Agroecologia 6(2), resumo de congresso, UFC. Dados usados: mudas de alface americana em bandeja de 128 células, sem adubação; massa seca da parte aérea de 0,8080 (vermiculita), 0,1920 (fibra de coco 100%), 0,1852 (CAC 100%, sem diferença da fibra) e 0,2308 (fibra/CAC 75:25), valores como publicados. revista.aba-agroecologia.org.br
- Carrijo, O.A. et al. (2003). Embrapa Hortaliças, Comunicado Técnico 19, que reproduz Carrijo, Liz e Makishima (Horticultura Brasileira 20(4): 533-535, 2002). Dados usados: fibra de coco verde com densidade de 0,11 g/cm³, porosidade total de 0,91 e relação C/N de 74,1, com baixo teor de nutrientes; tomate em Brasília com 12,4 e 18,9 kg/m² em fibra de coco, 11,6 e 15,2 kg/m² em CAC (sem diferença estatística) e 9,9 e 11,1 kg/m² em casca de arroz crua, safras de 2000 e 2002. infoteca.cnptia.embrapa.br
- Sznelwar, R.B.; Scalabrin, G. (2009). Perfil da Vermiculita. Relatório Técnico 48, Ministério de Minas e Energia/SGM. Dados usados: esfoliação em fornos verticais com zona quente de cerca de 900 °C; 1 t de concentrado rende 7 m³ (superfina), 8 m³ (fina) ou 10 m³ (média). gov.br/mme
- Paula, R.F. (2018). Vermiculita. Sumário Mineral Brasileiro 2018, ano-base 2017, Agência Nacional de Mineração. Dados usados: 57 mil t beneficiadas em 2017; Goiás 90,7%, Paraíba 4,9% e Pernambuco 4,4%; reservas em Goiás acima de 70%; consumo aparente de 25.000 t, principalmente agricultura e construção civil; absorve até cinco vezes o próprio peso em água. gov.br/anm
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- Carve, guias de carga e rendimento: carreta de 140 m³ com cerca de 1.400 sacos de 100 L e 12,6 a 13,3 t; saco de 100 L com 9 a 9,5 kg; 1 kg com 10,5 a 11 L. carvebio.com.br/guia/carreta-de-po-de-coco-sacos-e-peso
- Carve, guia de frete e prazo a partir do Ceará: retirada na planta como condição padrão, frete cotado por destino e por viagem, carga limitada por volume; caminhões que sobem ao Nordeste com carga e voltam vazios ao Sudeste dão a melhor condição para o Sul e o Sudeste; carga prensada de 2:1 a 4:1 definida em contrato. carvebio.com.br/guia/frete-e-prazo-po-de-coco-ceara
- OSRM (Open Source Routing Machine) sobre dados do OpenStreetMap: rota rodoviária mais rápida do centro urbano de Paraipaba-CE ao centro de São Paulo-SP, Curitiba-PR, Caxias do Sul-RS e Porto Alegre-RS, consultada em 13 de outubro de 2026 e arredondada para a dezena de quilômetros. A rota de um caminhão pode diferir por restrição de peso, pedágio ou escolha da transportadora.
Página mantida pela equipe técnica Carve. Distâncias e números são reproduzidos como publicados pelas fontes citadas. Correções e fontes adicionais: comercial@carvebio.com.br.